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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Café Filosófico no EaD de Água Branca, Alegrete do Piauí e Picos




O Café Filosófico é uma modo de discutir filosoficamente assuntos de uma importância cotidiana de forma descontraída. O ensino de filosofia no Piauí amplia e se mostra, ainda que precariamente, em diferentes regiões. Com o objetivo de fomentar e dá aos próprios profissionais o direcionamento da Filosofia em suas cidades atividades são realizadas, para de alguma forma despertar um estímulo. Serão realizados em Água Branca, Alegrete do Piauí e Picos palestras no Café Filosófico para o Curso de Filosofia - Modalidade EaD. A palestra do Prof. Luizir de Oliveira foi "A concepção de felicidade em Sêneca" e do Prof. Jorge Adriano Lubenow foi "A crítica da cultura a partir de Adorno".

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Seleção de professores de Filosofia para Universidade Aberta


A Coordenação do Curso de Licenciatura em Filosofia da Universidade Aberta do Piauí - UAPI torna público, aos interessados, que estão abertas as inscrições ao Processo de Seleção para contratação de professores tutores, presenciais e a distância, conforme Edital 01/2010.

A inscrição para tutor a distância deve ser feita pessoalmente na Secretaria do Curso de Licenciatura em Filosofia do CEAD, situado na Rua Olavo Bilac nº 1148 - Praça Saraiva - Centro - CEP 64.001-280 - Teresina - PI. A inscrição para tutor presencial pode ser feita nos Pólos de União e Piripiri.

São 6 vagas para tutor presencial e 10 vagas para tutor a distância (destas 10 vagas, 4 são imediatas e 6 são para cadastro de reserva). As cidades e as respectivas vagas são:

- Avelino Lopes (2 vagas para tutor a distância e 1 vaga para tutor presencial)
- Luzilândia (2 vagas para tutor a distância e 1 vagas para tutor presencial)
- Piripiri (1 vaga para tutor presencial)
- União (1 vaga para tutor presencial)
- Jaicós (1 vaga para tutor presencial)
- Oeiras (1 vaga para tutor presencial)

Período das inscrições: de 16 de novembro a 06 de dezembro de 2010, no horário das 08h30min às 11h30min.


Para abrir o Edital, clique aqui.


FONTE: http://www.ufpi.br/

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Nº 01 da Pensando-Revista de Filosofia


A PENSANDO - REVISTA DE FILOSOFIA (ISSN 2178-843X), periódico on line do Departamento de Filosofia da UFPI, em trabalho conjunto com o Mestrado em Ética e Epistemologia, informa que lançou seu primeiro número na rede internet. Os artigos são de livre acesso para os internautas, sem qualquer cadastro ou pagamento prévio.

A revista tem periodicidade semestral e publica artigos em português, francês, inglês, italiano, espanhol e alemão. O segundo número terá um dossiê Filosofia da Técnica, organizado pelo Prof. Dr. Rossano Pecoraro, pesquisador-associado do MEE. Números futuros incluirão dossiês sobre John Rawls, Habermas, Epistemologia, Filosofia da Ciência, MacIntyre, H. Arendt, dentre outros temas e autores importantes da filosofia.

Os pesquisadores interessados em submeter artigos e resenhas para publicação, devem fazê-lo diretamente no site da revista (clicando no link "cadastro") ou pelo e-mail revista.pensando@gmail.com.


LINK: http://www.ojs.ufpi.br/index.php/pensando

FONTE: http://www.ufpi.br/eticaepistemologia/

terça-feira, 19 de outubro de 2010

XIX Seminário de Iniciação Científica da UFPI


Acontece entre os dias 20 e 22 de outubro o XIX Seminário de Iniciação Científica e II Seminário em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação que visa a avaliação e exposição dos trabalhos feitos pelos alunos participantes dos programas de incentivo à pesquisa PIBIC, PIBIC-AF, PIBITI e ICV da UFPI. Os trabalhos correspondem o período de um ano 2009-2010.

Serão apresentados 205 trabalhos do Programa ICV, 320 PIBIC, 24 PIBIC-AF e 10 PIBITI, perfazendo um total de 559 trabalhos, estes trabalhos concorrerão ao Prêmio Destaque da Iniciação Científica 2010. A premiação consiste em passagem área e taxa de inscrição para permitir a participação do primeiro colocado de cada grande área de conhecimento da Iniciação Científica e do PIBITI na Jornada de Iniciação Científica da Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em 2011.

As exposições são no espaço Rosa-dos-Ventos, próximo à biblioteca.
Horário: 08:30 às 12:00h
Anexo da programação com horário e lista de apresentação:
DIA 21 e 22*

* não foram divulgados pela UFPI todos os dias de apresentações pelo site, se rendam à surpresae confiram as apresntações!


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Rádio Filó


O PET Filosofia desenvolve um projeto de rádio onde são realizadas entrevistas, discussões a cerca da Filosofia e de seu ensino. A Rádio Filó, como é chamada, recentemente realizou uma entrevista com os professores Dr. Jorge Adriano Lubenow e Dra. Zoraida Maria Lopes Feitosa a respeito do programa de educação superior à distância (EAD) desenvolvido pela UFPI.
Com produção/locução: André Henrique Mendes Viana de Oliveira e Francisco Edson da Silva Damascena.

Link dea entrevista: http://www.ufpi.br/petfilosofia/index/pagina/id/3624

Fonte: http://www.ufpi.br/petfilosofia/materias/index/mostrar/id/3062

Leia Comunidade Acadêmica: isso é com você!


Na década de 60, participar do movimento estudantil era, acima de tudo, correr riscos. Risco de perder a vida, perder a esperança, e, especialmente, perder a liberdade. Em uma época em que jovens morriam lutando mpor seus ideais, a união de estudantes era o caminho encontrado por muitos para dar força a suas ideias e reivindicar uma sociedade mais justa e igualitária. Hoje, com as muanças no cenário político-econômico nacional, muito do ideais originais do movimento estudantil se perderam e a maioria dos estudantes parece "aprisionada" dentro de um sistema que não prioriza o coletivo. Porém, jovens considerados por muitos como obstinados e idealistas se sobrepõem às dificuldades e continuam lutando, mostrando que a história do movimento estudantil está ligada, sobretudo, à resistência à criação de uma sociedade individualista. Muito além do compromisso social que é dever de todos, o movimento estudantil ainda aquece discussões permitindo que o jovem amadureça suas ideias e as compartilhe, o que possibilita o desenvolvimento de uma consciência política muito importante para o país. Em meio a tantas discussões, muitas vezes é difícil conciliar os estudos com as atividades do movimento. Porém, o anseio de reunir cada vez mais estudantes na luta por uma causa, conscientizando-os do papel fundamental que exercem para a construção de uma sociedade melhor é a principal motivação de ambos os jovens. Nos últimos anos o movimento estudantil vem sofrendo perseguições de parte de universidades e de professores; campanhas para os estudantes que estão ingressando nas IES , que C.A e movimento estudantil é coisa de gente que não tem o que fazer, baderneiros, loucos, e só se organizam para ser do contra; além de campanhas na mídia; reproduzindo o senso comum de que movimento estudantil é uma fanfarronice, que todo CA e DCE do mundo só existe maconheiro barbudo que não quer saber de nada, que discutir é legal desde que não mude a estrutura da sociedade. TENTAM NOS AMORDAÇAR, para pararmos de lutar e deixar fazerem das nossas universidades e sociedade o quintal de suas casas, para impalntar ideias antidemocráticas para fazerem o que lhes derem na "telha". Usam de manipulação suja, e tentam intimidar diminuindo nota, com calúnias, difamações, opressão de todas as formas. Se acham donos do poder e ainda dizem que somos passageiros. Estas atitudes demonstram não apenas ataques aos direitos dos estudantes, mas sim uma perseguição políticae coerção a uma centro acadêmico que diante da letargia social, mostra-se disposto a enfrentar criticamente posições aparentemente consolidadas. Não podemos aceitar a violação à autonomia do espaço, conquistado historicamente pelos estudantes, que é o Centro Acadêmico. Somos contra a crimilização dos estudantes por parte dos setores universitários e da grande mídia, que ao construírem um estereótipo daqueles, cultivam um preconceito por parte da sociedade contra qualquer tipo de mobilização que subverta a ordem. Devemos nos focar em uma crítica à ideologia no campo da cultura, da sociedade e da consciência. O primeiro passo é no campo da consciência. Há uma relação constante entre poder e saber, pois quem sabe pouco, pode menos. Como diria uma grafite em um muro qualquer: "quem acorda busca a verdade, quem luta a liberdade". Lutar meu amigo, alguém o pode fazer por você, mas e acordar? Quem é que vai?

CAFAR- Centro Acadêmico de Farmácia-UFPI
Apoio: CAFIL

6ª Defesa de mestrado do MEE


Resultado da competência e desenvolvimento de estudantes e professores, o Mestrado em Ética e Epistemologia apresenta a sua 6ª defesa através do mestrando Alex Myller Duarte Lima que apresenta o trabalho entitulado "Justiça em Nancy Fraser". Acontece dia 1º (primeiro) de outubro na Sala de Video Newton Lopes apartir das 9 h.

A banca examinadora será composta pelos professores Dr. José Sérgio Duarte da Fonseca (UFPI), Dra. Maria Clara Marques Dias (UFRJ) e Dr. Luizir de Oliveira (UFPI).

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Produção de conhecimento: uma técnica* por Profª Maria Cristina Sparano**

Texto publicado no Informe Econômico , uma publicação do Curso de Economia/UFPI, Ano 11/Nº 23, FEV-MAR-ABR/2010.

O fundamento da experiência de trabalho

Uma da exigências, tanto da graduação em Filosofia como da pós-graduação é a produção de um artigo, um ensaio, um paper de conclusão das atividades didáticas, no qual os alunos devem confeccionar um texto com definição clara do tema tratado, honestidade de referências, articulação apropiada de ideias.

Para a concretização desta tarefa, o problema que o professor enfrenta resume-se a uma pergunta inicial: pode-se ensinar a refletir? E, além disso, pode-se ensinar a escrever aquilo que se pensa e quer, realizando na produção um salto qualitativo que vai da simples associação de ideias, da expressão de emoções para um trabalho objetivo onde aquele que lê ou escuta realmente possa tirar proveito do exposto, isto é, aprender?

Do ponto de vista pedagógico, as vantagens do trabalho de iniciação filosófica para o professor culminaram com a apropriação de duas características do pensamento, à primeira vista muito diferentes e até excludentes: o pensamento abstrato e o concreto, tais quais o pensar - problematizar, elaborar conceitos e argumentar- e o ler e escrever- confrontar opiniões, teses, e concluir com palavras, frases, num discurso coerente, ou seja, racional, apropriado à comunidade dos falantes à qual se dirige o discurso.

Poderíamos aqui levantar algumas premissas importantes da fundamentação deste trabalho prático-teórico, como a de educar uma geração de alunos com excessiva influência da cultura visual. À primeira vista isso pode parecer irrelevante, mas é sabido que o modelo de educação atual tem produzidos poucos efeitos na busca de resultados. O processo convencional de educação está em xeque devido às dificuldades de ajustar a estratégia pedagógica a este novo tipo de estudante que chega às instituições. Mas trata-se verdadeiramente de ajustar, adaptar modelos ou de propor novas estratégias que valorizem a linguagem verbal e escrita não apenas como reflexo do mundo que vemos? Não seria oportuno de tratar de dizer como o vemos, com categorias da racionalidade? Essa é a forma privilegiada da ciência na descrição da realidade: dizer como o mundo é.

Na sociedade atual, oferecer meios de compreender o universo dos falantes é forma prática de "aparelhar" os estudantes para os desafios cotidianos e àqueles de sua futura vida profissional. No processo de trabalho, isso toma a forma de julgamento e de escolha: de textos, de frases, de discursos. Muitas vezes, esta estratégia crítica não é recomendável, dada as ideologias dominantes e seu poder de sedução. Podemos até mesmo dizer que nos dias atuais ela é esmagadora, tal é o poder da mídia e do apelo da imagens. Diante da cultura visual, televisão, outdoors, vitrines, o jovem estudante tem uma dificuldade enorme para o raciocínio abstrato decorrente da leitura, o que comporta uma decodificação menos estimulante e, além da decodificação, dificuldade na atribuição de significados, uma vez que isso já seria uma reconstrução linguística sua.

Perguntamo-nos, então, como suplantar o formato convencional de cisão entre teoria e prática, desenvolvendo a especulação, tão importante na constituição dos saberes, e oferecer condições de pensar sobre as ideias e não apenas sobre fatos. Imaginar soluções toca no princípio mesmo da criação. Sabemos que as ciências positivas, tão em voga no final do século XIX, estabelecidas sobre o mensurável e o experimetável, não são mais tão hegemônicas assim. A avaliação quantitativa foi substituída pela qualitativa, e o processo experimentável, pelo de verificação das premissas que conduziram os experimentos. Assim, o corpo docente tem uma tarefa importante associada a esses objetivos: são responsáveis por desenvolver uma articulação com o objetivo final da produção do texto, estimulando uma visão abrangente e contextualizada.

O ensino fundamental e médio deveria atender os alunos na produção de conhecimento; já processá-los e torná-los abstratos, dando-lhes forma, é o objetivo dessa proposta de trabalho. Para tanto, é aconselhável aproveitar uma característica que os alunos têm de sobra, o raciocínio indutivo. Ao iniciarem a pesquisa, todas as iniciativas são válidas, desde a realização de simples resenhas até o mero levantamento bibliográfico, porém, sempre seguindo o processo de especulação de cada um, até o momento de produzirem justificativas e avaliações sobre o tema pesquisado. Os conceitos são assim apresentados e compreendidos desde que trabalhados na pesquisa. Com isso, busca-se esmero e solidez na formação, assim como a habilidade no uso da linguagem o que produz profissionais com clarea de definições.

A técnica - technè

A origem do termo retoma à filosofia grega, na qual as ideias de belo e bem encontravam materialização na ideia da obra de arte. Para Aristóteles, toda arte tem como característica fazer nascer uma obra buscando os meios técnicos teóricos para criar uma coisa nova, isto é, algo da ordem da categoria do possível, cujo princípio reside na pessoa que a executa e não na obra executada.

A técnica, ela mesma, não é um verdadeiro saber. O verdadeiro artesão não precisa compreender o que faz. Ele deve se contentar em aplicar o que lhe ensinaram. Sua técnica repousa sobre a fidelidade, sobre a confiança na tradição dos saberes, pois está situada entre o conhecimento e a technè, o acaso e o outro. Ele se submete, imita, tateia como um cego, para fazer profissão com a matéria sobre a qual se debruça. O tempo de realização técnica não é uma realidade estável, unificada homogênea; é um tempo ágil de oportunidades. O artesão deve apreciar e julgar o momento em que a situação está madura e jamais abandonar seu trabalho, aconselha Platão.

A obra que um artesão produz não é um objeto natural, assim como não é sua técnica, pois, finalmente, obedece a uma finalidade inteligente; Aristóteles diria, sua causa final. Ela visa no entanto, um efeito, produzir um eidos que pode ser uma casa ou a saúde, por exemplo. A produção supõe, então, uma dinamis da qual a technè é um modo de emprego.

Heidegger coloca uma questão importante quando fala da criação e do trabalho artesanal: no que a criação se diferencia da produção e da fabricação? Como tirar a criação do seu aspecto artesanal? Para Heidegger, a technè, tal como nos ensinaram os gregos, não significa trabalho artesanal, nem artístico, nem técnica no sentido moderno do termo. É um modo de saber, um saber na produção, a eclosão de um aspecto. Saber é ter visto; o que chamamos conhecimento, apreender a presença do presente em termos heideggerianos.

Neste sentido, a produção de um texto bem formado, isto é, bem lido, é obra de um sujeito com seu modo particular de aprender e expressar-se. Que se produzam casas, sapatos, textos ou flautas, há uma bem definida para a qual responde o produto. É a forma que orienta e dirige o trabalho, fixando seus limites e definindo seu contexto. O artesão criador não comanda a natureza ele simplesmente se submete às exigências da forma e se entrega ao trabalho.

Para os alunos, o trabalho formal de produção de um texto deve demonstrar a conduta da reflexão sobre a experiência vivida ou literária, o que pode servi de ponto de partida para uma reflexão original, cuja construção confrontando julgamentos, experiências, outros relatos, poderá levar à compreensão e interpretação da realidade profissional e pessoal.

*Este texto é o resultado de um trabalho realizado com alunos do curso de Psicologia das Faculdades D. Bosco em Curitiba-Pr e, atualmente, com alunos de Iniciação Científica e da disciplina de Iniciação Filisófica do cursos de Filosofia da UFPI.

** Professora do Departamento de Filosofia e do Mestrado em Ética e Epistemologia da UFPI. Doutora em Filosofia/PUC-RS e em Filosofia da Linguagem/Universite de Montréal.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Grupos de estudo


No início de semestre mais grupos de estudo abrem inscrições para novos membros.

Grupo de estudo Wittgenstein:
Coordenado pela Profª Drª Maria Cristina Sparano
Reuniões na sala de estudo do DEFI a partir das 18h
Início dia 23/08
Mais infromações/inscrições: filosofiadewittgenstein@hotmail.com

Grupo de estudo em Epistemologia Analítica Contemporânea:
Coordenado pelo Prof. Dr. Emerson Carlos Valcarenghi
Reuniões sempre às sextas-feiras das 16 às 18h